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NOSSO AMOR A GENTE INVENTA (ESTÓRIA ROMÂNTICA)
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver, não
Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba, a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor a gente inventa, inventa
O nosso amor a gente inventa
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora do lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba, a gente pensa
Que ele nunca existiu
Bom, essa música do Cazuza, me parece agora, nesses dias tão tumultuados dentro das minhas entranhas, as palavras que melhor declaram e proclamam o que estou sentindo. É um sentimento que, embora me corroa por dentro, faz com que eu me sinta atado, preso, acorrentado - o mundo dá tantas voltas, e eu aqui sempre a esperar, algo que nunca chega. Sei que um dia vai chegar, vou conseguir a felicidade plena, mas ela me parece tão inalcançável, não sei... Talvez seja frescura, talvez seja falta de compreensão ou de desejo - o que sei é que estou sentindo-me dentro dum quarto escuro, e a luz, ah, essa, está tão distante e não há nada que eu possa fazer. Pelo menos não agora. Devido a vários motivos. Vários outros sentimentos envolvidos, meus ou não. Agora não. Será que a felicidade é mesmo uma utopia? Podemos ser castigados a vida inteira por um erro do passado? Não existe o perdão? Não existe outra opção? Senão qual é o motivo da vida? Não sei, arrependo-me de muita coisa que me aconteceu nesses vinte e quatro anos de vida. Tantas coisas que fiz e que deixei fazer. Mas a vida é isso: existem escolhas, e sinto dizer que sempre optei pelos caminhos errados...
Escrito por Einkill às 16h47
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A hipocrisia é achar que o sexo não move as relações humanas. O pênis e a vagina, são hoje, os alicerces da sociedade. O Super-homem tanto valorizado por Nietzsche, cedeu lugar a um ser andrógino, misto de homem, misto de mulher, esse indivíduo apenas faz sexo, com ambos os sexos, e goza de sua propensão a razão. O novo ser pulou no abismo das afirmações, cruzou as fronteiras do erudito, traspassou a ponte ilusória que munia as metas do grande homem.
Escrito por Einkill às 09h13
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Escrito por Einkill às 09h10
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Lésbicas ganham seu primeiro seriado
Um olhar preconceituoso típico considera um absurdo a imagem de homens se beijando. Já mulheres bonitas se atracando em altos amassos.... aí sim, é bonito, "menos agressivo", tudo liberado.
A demora na criação de uma série de TV como a americana "The L Word" (Warner Channel), que estréia no Brasil no próximo domingo, demonstra quão leviana é a percepção de que o mundo é mais tolerante em relação ao universo gay feminino.
"The L Word" não tem meios-termos em seu pioneirismo. Mostra o dia-a-dia de um glamouroso grupo de lésbicas de Los Angeles, todas elas lindas e bem-sucedidas profissionalmente. Quem pensou na série "Sex and the City", sobre transas de mulheres heterossexuais, não errou. A diferença é que "L Word" tem muito mais sexo (por sinal, bem encenado, entre mulheres) e nudez feminina (frontais, menos genitálias).
A série, no entanto, não surgiu de mero ato libertário dos executivos do canal Showtime (onde é exibido nos EUA). Ao contrário, durante três anos, a escritora e produtora do programa, Ilene Chaiken, só viu portas fechadas.
As coisas mudaram quando os mesmos executivos ficaram animados com o sucesso da versão americana do inglês "Queer as Folk" (no Brasil, "Os Assumidos"), a primeira série de TV séria que mostrou o cotidiano de homens gays. Para comparar: "L Word" estreou nos EUA em 2004; o "Queer" inglês, em 1999.
Quem está acostumado apenas com os flertes da TV com as lésbicas vai se espantar com o realismo das situações, em registro mais dramático do que cômico. Já no primeiro episódio somos apresentados à dupla Bette (Jennifer Beals, aquela de "Flashdance") e Tina (Laurel Holloman), que após sete anos de união entra em crise. Para superá-la, decidem ter um filho, por meio de inseminação artificial. Encontrarão barreiras, já que os candidatos só toparão se o processo for por "vias naturais".
Outra personagem-chave é a vizinha da dupla Jenny (Mia Kirshner), escritora que se muda para Los Angeles com o namorado. Num ímpeto voyeurístico, vê suas vizinhas transando na piscina e terá suas convicções sexuais abaladas. Já a jornalista bissexual Alice (Leisha Hailey, namorada da cantora kd lang) defenderá a tese de que todas as lésbicas têm parceiras sexuais em comum.
São questões vividas por Chaiken, ela própria lésbica, mãe de duas crianças e, na ocasião da estréia, vivendo com sua parceira há 20 anos. Teve a idéia após escrever uma reportagem sobre paternidade e maternidade gays e após ela e sua parceira decidirem ter filhos. "É uma espécie de antropologia lésbica e tem sido chamado de "Dyke [gíria americana equivalente à brasileira "sapata'] as Folk" ou "Lesbians in the City". A lésbica que assistir à série vai se sentir representada", disse Chaiken ao jornal "The Observer".
Nos EUA, "The L Word" está chegando à terceira temporada, menos pelo ibope e mais pela curiosidade gerada para o canal. A estréia no país teve 936 mil telespectadores, segundo o jornal "Washington Post"; o programa com mais audiência na TV a cabo local na semana retrasada, a série "The Closer", um drama policial, teve mais de 5 milhões de telespectadores (dados do instituto Nielsen). Na comparação, um modesto armário aberto, mas nada insignificante.
The L Word. Quando: a partir do dia 10, sempre aos domingos, às 23h, no Warner Channel.
Escrito por Einkill às 10h16
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GUERRA DOS MUNDOS

Confesso que depois da sessão vespertina de Guerra dos Mundos, um dos filmes que eu ansiava desesperadamente para ver, já que admiro a obra do diretor Steven Spielberg, me deu um nó na cabeça... precisei do dia inteiro para digerir e compreender algumas questões imprescindíveis para se gostar ou não do filme.
Primeiro ponto: o filme é bom? SIM... E NÃO.
O grande erro envolvendo este filme foi a maneira como ele foi vendido para o espectador, um filme de ação, sobre invasão alienígena e devastação da terra e por conseqüência, a destruição dos seres humanos. Essa imagem é totalmente errônea, o que me remete a outro filme, vendido da mesma maneira e constituído de temas completamente díspares entre si: Sinais de M. Night Shyamalan.
No trailer de Sinais, ficamos com a boca aberta, para saber sobre aqueles círculos misteriosos nas plantações, sobre a invasão e, para quem viu o filme, essa invasão nunca chega... apenas no final do filme, somos meros espectadores, assim como os personagens do filme, de uma invasão que é acompanhada pela televisão, e a cena do porão, assustadora por sinal, comprova a minha tese. Sinais não era um filme sobre invasão alienígena, mas sim sobre o personagem do Mel Gibson, e sua redenção para reencontrar a fé perdida. Essa é a temática do filme, essa fé que ele precisa recuperar, a invasão é mera coadjuvante, não é essencial para o desenrolar da história.
É o que acontece com Guerra dos Mundos, e ouso mais, até o título do filme é confuso. A história também não é sobre essa guerra ou invasão, mas sobre o personagem de Tom Cruise, um sujeito mesquinho e egoísta que precisa desesperadamente de um motivo para encontrar sua ternura como pai e assumir os filhos. A invasão é esse pretexto, mas bem que poderia ser qualquer outra coisa, um terremoto, um acidente, o que Ray precisava era de algo que o agitasse e lhe desse essa guinada, algo que o tirasse do marasmo e egocentrismo a que tinha destinado sua vida e o fizesse compreender que precisava cuidar de seus dois filhos, que não está no mundo sozinho, existem outras duas vidas que dependem dele. E é nesse contexto, quando a vida de seus filhos corre perigo, que ele encontra sua redenção, assim como o personagem de Mel Gibson em Sinais, quando precisa acordar e ver que a morte da esposa não era o fim de tudo, afinal sua família estava ali, e ela precisa ser cuidada.
Portanto, por esse ponto de vista, Guerra dos Mundos é um filme atípico, e provavelmente o grande público não vai gostar. Visto que, a invasão é escancaradamente coadjuvante, tanto que, como em Sinais, os alienígenas são vislumbrados em poucos momentos. E o final totalmente anti-hollywoodiano também não agrada, como pude comprovar após sair do cinema e as pessoas reclamarem. É um desfecho simplório. E quem espera ver a Guerra saiu frustrado, pois ela nunca se mostra claramente como Independence Day, por exemplo. Spielberg, entretanto, mostra maturidade como diretor, e embora alguns críticos tenham reclamado da falta de violência do filme, já que o sangue que vemos em cena é quase nulo, a cena em que a família de Ray está dentro do único carro que funciona, e tenta cruzar uma ponte, com milhares de pessoas a pé que, mostrando algo totalmente radical para os filmes de Spielberg, essas pessoas começam a tentar virar o carro, pois estão desesperadas, e quando conseguem literalmente arrancar a família de dentro do carro, disputam ferozmente a posse do automóvel, até chegar ao ponto de um cidadão pegar uma arma e dar vários disparos na pessoa que sentou-se no volante.
E outro motivo para deliciar-se com o filme: Dakota Fanning, esta menina consegue dosar fragilidade, desespero, humanidade e rouba praticamente todas as cenas em que está.
Enfim, o filme é bom? Não, se você for no cinema ver um filme sobre invasões alienígenas e uma guerra entre os mundos. E muito bom se você se deixar levar pela história do pai que quer recuperar o amor e a admiração dos filhos.
Escrito por Einkill às 09h59
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Os melhores show do Live 8
Em primeiríssimo lugar, é óbvio, a clássica reunião do Pink Floyd, desde 1981. Foi emocionante ouvir Money e Wish You Are Here.
Em segundo lugar a também clássica reunião do grupo The Who. Antológico.
Em terceiro lugar o maravilhoso show do U2, cantando Sargent Peppers, dos Beatles, com Paul MacCarteney, além é claro, de Vertigo, One e Beautiful Day.
O quarto lugar vai para o REM, quase em terceiro, e um Michael Staipe com o rosto pintado de azul, Imitation of Life foi incrível.
Em quinto temos o show da Madonna, que além de dar um selinho na boca na menina africana, que há vinte anos estava quase morrendo de fome, e hoje conseguiu estudar e tornar-se uma bela mulher. Foi lindo o coral cantando Like a Prayer, depois veio Ray Of Light e Music...
Em sexto o show carismático do Robbie Willieams, que conseguiur a façanha de fazer um público de mais de 200 mil pessoas cantar em uníssono a balada Angels... de arrepiar.
Claro que não podíamos deixar de fora o show do Sir Paul MacCarteney, cantando Beatles, e no fim, chamando todos os artistas no palco para cantar Hey Jude.
O show da Joss Stone vem em oitavo lugar... a menina sabe das coisas...
Em nono o show do Sir Elton John, deixando as baladinhas de lado, e cantando as pedradas dos anos setenta.
Em décimo Coldplau com toda sua pompa, em especial o momento em que Chris Martin chamou Richard Aschcroft, do Verve e juntos cantaram Better Sweet Symphony... lindo...
Vários outros shows foram bons, o do Scisor Sisters e do Pet Shop Boys, Bryan Adams, Placebo, Bon Jovi, Mariah Carrey, O Green Day levantou a galera, uma banda que eu não gostava muito me emocionou, que foi o The Killers, O Audioslave também foi interessante, até o Black Eyed Peas impressionou, cantando Get Up, Stand Up, do Bob Marley com a viúva dele. Annie Lennox, do Eurythmics também foi bem legal, be, como Destiny´s Child, em sua última reunião como grupo, a Dido, a Bjork com seu vestuário característico e estranho, Marron 5, e diversos outros, o show do século, pena que não envolveu o Brasil, já que somos terceiro mundo né? Incluidos na pobreza.
Faltas mais sentidas: Pearl Jam e System of a Dawn, bandas altamente ativistas.
Escrito por Einkill às 09h05
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Londres diz "não" à pobreza no show do "Live 8"
Dez horas de música ao vivo dos melhores artistas dos últimos 30 anos marcaram o evento no Hyde Park de Londres neste sábado, em um show que vai entrar na história com um grito em uma só voz contra a pobreza.
O principal dos dez shows do "Live 8" reuniu 205.000 pessoas, que mal conseguiam se mexer durante o longo desfile de estrelas, nem quando o autor da iniciativa, o irlandês Bob Geldof, disse que o metro fecharia em breve.
Mesmo assim, os londrinos ficaram até no final e presenciaram o encontro após 20 anos do Pink Floyd, a atuação de Robbie Williams, a voz doce de Mariah Carey, o magnetismo de Bono do U2 e a timidez do jogador David Beckham, muito aplaudido mas que disse apenas algumas palavras.
Londres foi a única cidade das dez onde aconteceu o "Live 8" onde não fez sol, mas a ameaça de chuva não desanimou o público, bastante heterogêneo, que cantava tanto sucessos da atualidade, como "Somewhere only we know", de Keane, quanto um clássico, como "The Bitch is Back", de Elton John.
"Estas sim são as Nações Unidas", disse o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, diante das bandeiras de diversos países e em breve presença, mas que evidenciou o fato de que música e política podem se misturar.
Essa idéia foi mostrada por todos os que subiram ao palco, defensores de criar pontes com os líderes do Grupo dos Oito (G8), os sete países mais ricos e a Rússia, que se reunirão a partir da próxima quarta-feira na Escócia.
"Oito homens em uma sala" podem mudar o mundo e acabar com a extrema pobreza na África, dizia constantemente um letreiro eletrônico sobre o cenário.
Em Hyde Park, ninguém quis falar de "caridade", mas de "justiça social"; não se pediu dinheiro, mas "nomes", para pressionar os líderes do G8 a aumentar sua ajuda à África, cancelar toda a dívida externa e promover o comércio justo.
No final do show, o contador nos grandes telões mostrava o número de quase 30 milhões de nomes que através do celular ou da internet aderiram à campanha.
Sting deixou clara a vontade de influenciar os governantes ao cantar o clássico "Every breath you take", com a imagem de líderes como George W. Bush, Tony Blair e Jacques Chirac na tela: "We'll be watching you" (Estaremos vigiando vocês).
Se Coldplay, Dido, REM, Annie Lennox e Travis, entre os 26 artistas que tocaram em Hyde Park, não fossem suficientes para o público, o "Live 8" permitiu conexão com outras cidades e, das telas gigantes, foi possível acompanhar Bryan Adams, em Ontário, Bon Jovi, na Filadélfia, e Pet Shop Boys, em Moscou.
Depois do encerramento, com Paul McCartney e o "Hey Jude" dos Beatles, um britânico disse exausto à EFE: "Contaremos isto a nossos netos".
Escrito por Einkill às 08h58
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7 CM - POR LÉO JAIME (tirado do blog Blônicas)
Estou muito curioso! Recebi milhões de spams anunciando a possibilidade de meu pau crescer até 7 centímetros em duas semanas. Realmente não gostaria de ver o meu pau crescer assim. Prefiro que ele cresça bem mais do que sete em segundos. Rs. Como tem sido. Bem, você entendeu. Apesar de não desejar isso pra mim, fiquei curioso em saber qual a panacéia oferecida. E é óbvio que para haver tanto spam anunciando a tal maravilha deve haver um monte de gente querendo mais 7 centímetros de possibilidades, não é?
Tudo é tão relativo! Na peça "Na medida do possível", na parte do texto que escrevi, tem uma fala assim: "Todo mundo fala de pau pequeno mas ninguém fala de buceta grande!". Pois é, dependendo do tamanho da buceta qualquer pau é pequeno! E vice-versa. Com isso posso afirmar que, em breve, teremos um spam anunciando "fique virgem outra vez em duas semanas!", ou ainda, "Tá larga? Flácida? Ele sai toda hora? Use nosso produto e fique apertada como nunca!". E assim a possibilidade de uma vida sexual melhor será anunciada e fará dinheiro rolar sem que muitos incautos. Percebam que não é olhando para fora, arrumando o externo, que a coisa pode esquentar. É preciso descobrir os pequenos detalhes, as pequenas particularidades que torna cada um de nós especial nesta área. Todos somos diferentes e únicos. E é por causa de nossa sexualidade. O desejo muda, migra, cresce e se exaure. Todo desejo é um desejo de morte. Todo desejo quer se saciar e morrer.
A forma mais simples e análoga de perceber isso é observar como muda o nosso paladar ao longo da vida. Embora alguns nunca experimentem novas possibilidades e prefiram, lato e estrito, comer sempre a mesma coisa.
Quem me lê e já testou o tal produto? Tá bem, vou refazer a pergunta: quem tem um amigo que já experimentou o produto? O que é, uma pílula mágica? No anúncio diz que fica mais grosso e duro, além de aumentar o prazer. Será uma maromba para o pau? A gente pendura uns pesos nele e fica tentando levantar? Depois de duas semanas dá pra pendurar uma toalha molhada? Será que fica maior por causa da musculatura? Um pau halterofilista? Um pau Xuarzeneguer? Que coisa mais esdrúxula, né?
Estou eu aqui falando em pau com a maior naturalidade pois é assim que me refiro ao dito cujo. com naturalidade. Mas sei que tem gente que não consegue se referir ao próprio órgão com tanta intimidade. Principalmente mulheres. Ontem, numa mesa do Spot, perguntei para as 3 presentes e todas a chamavam de buceta. Um recorde. Em geral elas dizem: lá em baixo, nela, lá, em mim, ou usam nomes infantis como pepeca, pipiu, perereca etc. Mulher que fala buceta não é tão comum assim. Ou xana, ou xoxota, ou xereca. Vagina e pênis só pra consulta, né? Na hora não dá! Quer que eu ponha o pênis na sua vagina? Corta a onda geral.
Estou aqui, com paus e bucetas na cabeça, no bom sentido, imaginando o que anda pelas cabeças mundo afora. Sei o quanto é difícil e fundamental para a felicidade uma boa e desreprimida vida sexual. Sei que as plásticas, as academias, lojas de roupa e tudo o mais são alguns acessórios que visam aumentar o nosso poder ou nossa cotação na bolsa do desejo. Pra quê seduzir a todos quando não se deseja a todos? Por que não procurar alguém que sirva direitinho para nossos desejos e sonhos mais profundos? E não será a cor do cabelo o mais importante nessa hora. Juro. E, de repente, nem os tais 7 centímetros a mais. Agora me lembrei de uma amiga linda que sofria por querer ter 7 centímetros a mais. Nas pernas. De altura.
Escrito por Einkill às 11h17
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Eu no Espaço
Por Zélia Duncan
Falar de música? Hum…hoje não, seria tão óbvio para uma estréia. Desde que me ofereceram este espaço, fiquei com uma bolha no pensamento, um eco, uma liberdade escravizante. Como assim, fale do que quiser?. Então percebi que o que estava me causando o impasse era o espaço em si e a importância que isso tem na vida da pessoa.
Usamos tanto essas expressões: você está invadindo meu espaço, ou a clássica, esse espaço é pequeno demais para nós dois, aquela que parecia adolescente, mas que nunca nos deixa, eu preciso conquistar o meu espaço! Através do meu site, `as vezes ela vem em meio a uma verdadeira praga, você um dia também precisou de ajuda pra encontrar seu espaço…Mas gente, calma aí, isso é algo tão pessoal, uma decisão tão intransferível essa de ter um espaço! Antes de mais nada, só você sabe que diabo de espaço é esse a ser conquistado e que vai te satisfazer.
E há tantos tipos de espaço. Desde espaço no ônibus, na platéia, no restaurante, até seu ninho, sua palavra, sua presença no mundo, pelo menos no mundo que você escolheu. Escolheu? Em caso negativo, não precisa se sentir tão mal, pois saiba que a síndrome de quem já escolheu e até conquistou seu espaço também existe. A pessoa defende tanto aquilo que chama de seu espaço, que não consegue nunca mais sair dele, fica enclausurada no que antes era espaço e que se tornou uma clausura asfixiante. Algo como um artista que nunca aceita riscos e acaba fazendo sempre a mesma canção, por exemplo... Ops, música hoje não!
Esse exemplo acima me fez lembrar de um texto do Rilke, do livro Cartas a um jovem poeta, onde ele fala algo assim: se imaginarmos a existência humana como um quarto escuro, perceberemos que usamos apenas um cantinho desse quarto, pois ali nos sentimos seguros, e deixamos de explorar o resto, onde pode realmente estar a possibilidade de uma expansão verdadeira, portanto, muitas vezes, nós mesmos viramos um espaço desperdiçado.
Há ainda o espaço entre as pessoas, esse que tentamos transpor de tantas maneiras e é trabalho pra uma vida inteira. Então juramos ser metade de um amor, por exemplo, que só se completa no outro, como se fosse possível ser um, quando metade de nós é outra pessoa! Qualquer coisa pra não admitir a distância, o espaço intransponível e misterioso de ser único no mundo.
Mas isso também pode ser tão maravilhoso! Somos únicos, singulares, sozinhos e essa é nossa maior afinidade, o que diminui o espaço entre nós, nos tornando iguais. Não é uma espécie de conforto saber disso? Não nos aproxima finalmente?
Então vou entrar num acordo comigo. Este aqui vai ser um espaço de procuras, de questões, muito mais que de respostas. De refletir um pouco sobre as coisas, se emocionar com outras e, por que não, jogar uma conversinha fora vez em quando, que ninguém é de ferro!?
Notas da Redação Click21:
O CONVIDADO ESPECIAL é um espaço aberto a formadores de opinião de diversas áreas, para que se expressem, não necessariamente sobre um assunto “padrão”. Zélia Duncan, por exemplo, em sua primeira participação – a primeira de várias, bem-vinda, Zélia!!! – optou por um texto reflexivo, que não trata de música. Como muito bem disse a Zélia em nosso artigo de estréia, este é um espaço para várias questões e emoções.
Escrito por Einkill às 16h18
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Sentir-se amado...
(Mário Quintana)
O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama. Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você quando for preciso. Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão.... Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
Escrito por Einkill às 13h34
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POR ENQUANTO, O MELHOR CD DE 2005. E NÃO É BRINCADEIRA...
Compositor irlandês é revelação da trilha do filme "Closer", de Mike Nichols
Damien Rice modula a voz e o coração em seu álbum "O"
DIEGO ASSIS DA REPORTAGEM LOCAL
Levou mais de três anos, mas finalmente chegou. "O", disco de estréia do cantor e compositor irlandês Damien Rice, acaba de ser lançado no Brasil pela Warner, e, ainda que tardio, corre o risco de ser "o" disco de 2005. Puxado pela música-tema de "Closer - Perto Demais", filme de Mike Nichols, "O" foi lançado em fevereiro de 2002 no mercado britânico e em janeiro deste ano continuava na oitava posição entre os mais vendidos do reino. "The Blower's Daughter", que é tocada integralmente na abertura e no final da produção mais recente do diretor, provocou nele uma reação parecida à de quando, em 1967, "descobriu" uma certa dupla Simon & Garfunkel e resolveu incluí-la em "A Primeira Noite de um Homem". Dos versos inesquecíveis para quem viu o filme ou ouviu a música -"Eu não consigo tirar meus olhos de você"- nasceu também o slogan de "Closer": "Se você acredita em amor à primeira vista, nunca vai parar de procurar". Em entrevista a um jornal americano, Jude Law, um dos atores do filme, revelou que a música de Rice foi "contratada" por Nichols antes das estrelas do elenco. E não é para menos. Com a voz e o violão de um Nick Drake ou Leonard Cohen contemporâneo, "The Blower's Daughter" é só a ponta do iceberg de um dos mais sinceros e doídos discos de estréia de que se tem notícia -feito que o geninho Beck levou oito anos e sete álbuns para atingir com o subestimado "Sea Change" (2002). Gravado praticamente todo em um porta-estúdio caseiro, "O" junta os dedilhados intimistas do cantor com arranjos de violoncelo e violino e, como cereja do bolo, a voz adocicada de Lisa Hannigan. E tome sofrimento: "Um brinde a você e ao seu amorzinho / Eu tenho anos para esperar por você / E os sinos do seu casamento em meus ouvidos / Você me deu três cigarros para fumar as minhas lágrimas", canta, com a voz embriagada, piano ao fundo, em "Cheers Darlin'". "Cold Water", talvez a mais triste de todo o disco -o que não é pouco-, começa com os lamentos de Rice agonizando à beira da morte ("Tudo o que tenho é a sua mão / Senhor, você pode me ouvir agora?"). A agonia é logo interrompida quando a voz angelical de Lisa assume o dueto e, mais tarde, quando a canção é tomada por um coral de canto gregoriano. Soturno, não caricato. Ao longo das dez faixas de "O", a poesia do bardo irlandês, que, como seu conterrâneo Bono, não dispensa uma luta pelos direitos humanos em Mianmar, Irã e onde for necessário, visita o drama de casais de jovens namorados às voltas com um amor impossível ("Delicate"), as circunstâncias de uma separação ("Volcano") e o medo da perda ("Cannonball"). Mas, ao mesmo tempo em que abrem as portas para o desespero, as composições de Rice trazem embutidas a possibilidade de redenção catártica pelas cordas -de orquestra, em "Amie" e "Eskimo", ou vocais mesmo, como na esgoelada "I Remember", que faz os pêlos do braço levantarem com o volume da música. Pense no radiohead Thom Yorke, em sua melhor forma, cantando o hino indie "Creep"... Rice tem esse mesmo poder: o de, com as modulações de voz, jogar a instrumentação para cima, para baixo, para todos os lados. E, quando o faz, bem mais que a intensidade física de suas canções, é o coração de quem ouve que é jogado para cima, para baixo, para todos os lados.
O Artista: Damien Rice Lançamento: Warner Quanto: R$ 30, em média
Escrito por Einkill às 10h12
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Ainda mais retrô
 Oasis abandona arrogância, diminui o volume, suaviza o estilo e já soa como clássico do rock
 LUÍS ANTÔNIO GIRON


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Foto: divulgação |
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EQUILÍBRIO Andy Bell, Noel, Liam e Gem revezam composições |
Desde o início do sucesso, em 1994, com o CD Definitely Maybe, a banda inglesa Oasis criou um campo de força irresistível, produzido pelos irmãos Noel e Liam Gallagher, respectivamente compositor e vocalista. Para uns, a energia remetia à rivalidade ao estilo Esaú e Jacó; para outros, mais lembrava Caim e Abel. Ela resultou em canções cujas melodias líricas e letras eróticas se deixavam soterrar por cargas contínuas de barulho. Isso fazia as performances soar estranhas, como se os Beatles tivessem passado pelo batismo do inferno do punk e do trash metal. Era um duo fantasiado de quinteto; ou melhor, um duelo.
Tal sonoridade acaba de sucumbir. No novo CD, Don't Believe the Truth, sétimo da carreira, o estilo se alterou. Ganhou em sutileza nas letras, os timbres e as vozes ficaram mais nítidos, e há arranjos, com direito a piano, violão elétrico e vocais harmoniosos. A linha melódica veio à tona, apoiada em acordes e arpejos quadrados e bem evidenciados. O equilíbrio autoral também se impôs. Noel concede em dividir as faixas com o irmão e os outros dois membros. Das 11 canções, apenas cinco Desde o início do sucesso, em 1994, com o CD Definitely Maybe, a banda inglesa Oasis criou um campo de força irresistível, produzido pelos irmãos Noel e Liam Gallagher, respectivamente compositor e vocalista. Para uns, a energia remetia à rivalidade ao estilo Esaú e Jacó; para outros, mais lembrava Caim e Abel. Ela resultou em canções cujas melodias líricas e letras eróticas se deixavam soterrar por cargas contínuas de barulho. Isso fazia as performances soar estranhas, como se os Beatles tivessem passado pelo batismo do inferno do punk e do trash metal. Era um duo fantasiado de quinteto; ou melhor, um duelo.
Tal sonoridade acaba de sucumbir. No novo CD, Don't Believe the Truth, sétimo da carreira, o estilo se alterou. Ganhou em sutileza nas letras, os timbres e as vozes ficaram mais nítidos, e há arranjos, com direito a piano, violão elétrico e vocais harmoniosos. A linha melódica veio à tona, apoiada em acordes e arpejos quadrados e bem evidenciados. O equilíbrio autoral também se impôs. Noel concede em dividir as faixas com o irmão e os outros dois membros. Das 11 canções, apenas cinco foram feitas por Noel. Três são de Liam, duas do baixista Andy Bell e uma de Gem Archer, guitarrista rítmico e vocalista.
Os especialistas atribuem a mudança do padrão a Gem e Andy, instrumentistas de prestígio e com grande conhecimento da tradição roqueira. O fato é que se trata da quarta formação de um grupo afeito às alterações dos integrantes, embora pela primeira vez flexível no plano do estilo. O baterista Zak Starkey, por exemplo, substituiu Alan White em 2004 (que havia entrado no lugar de Tony McCaroll em 1995). Seu nome, porém, consta dos créditos apenas como convidado e ele não aparece nas fotos de divulgação. Se a linhagem de bateristas é homogênea, a participação de Andy e Gem desde 1999 reconfigurou o padrão de arranjo. O disco soa como um clássico do rock, como se não fosse preciso mais esconder a influência psicodélica e retrô.
A paixão pelos Fab Four e pelo brit rock dos anos 60 foi o motor da banda surgida em Manchester em 1990, sob o nome de uma canção dos Beatles: The Rain. Liam é o único remanescente da formação inicial. Nenhum dos fundadores resistiu ao domínio - fraterno ou fratricida - dos dois irmãos vindos de uma família operária desagregada, ambos fãs de arruaças, drogas, sexo e canções de Lennon & McCartney. Liam, nascido em 1972, cinco anos mais velho que Noel, fazia o lado rebelde. O público se habituou a seus excessos (prisões por furto e porte de drogas, brigas no palco etc.) e façanhas vocais. Com sua voz rouca colada ao microfone, Liam converteu em 1994 um velho rock do T-Rex (''Cigarettes & Alcohol'') em hino de uma geração desencantada com o estrelato pop, ainda que fascinada pela fama. Noel, discreto, assumiu a responsabilidade de fornecer boas canções. Ex-roadie (foi técnico da banda pós-punk Inspiral Carpets, também inspiradora do nome Oasis), ele sempre gostou de carregar o piano para o irmão violento, embora Liam jure, em uma das melhores canções do disco, ser ele o Abel da parceria (''Guess God Thinks I'm Abel'').
Ainda hoje Noel possui o toque genial de produzir sucessos. As melhores músicas do novo CD são dele: o hit ''Lyla'', um rock com refrão marcante, o psicodélico ''Mucky Fingers'' e a lenta ''Let There Be Love'', para voz e piano, com marcha harmônica plasmada em baladas de John Lennon. Há quem considere Don't Believe the Truth o melhor álbum do Oasis. Seguramente se trata do trabalho mais pacífico dessa relação de amor e ódio entre irmãos. Noel e Liam parecem reconciliados em música de excelente qualidade. Agora formam com os colegas um bem-comportado quarteto.
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Lançamento Don't Believe the Truth
Artista Oasis
Gravadora Sony BMG
Preço R$ 30 | |
Escrito por Einkill às 16h59
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O NOVO FILME DO DIRETOR FERNANDO MEIRELLES

Escrito por Einkill às 16h53
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PARA DAR ÁGUA NA BOCA
EXCLUSIVO! Um informante do Cinema em Cena já assistiu ao trailer de King Kong e nos descreveu, cena por cena, o que podemos esperar da prévia completa, que será lançada no próximo dia 27. Confira abaixo:
“O trailer inicia sobre uma Nova York anos 30 perfeita. O porto, as ruas, os carros, tudo caracterizado. Vemos, então, o personagem de Jack Black apreensivo, preocupado e desesperado andando pelas ruas de NY, procurando uma atriz que seja perfeita para o seu mais novo filme (ele é um diretor de filmes). Ele impõe prazos para o seu produtor (eu acho que era um produtor) de que deve encontrar uma atriz perfeita em no máximo 48 horas, senão seu filme está perdido.
Logo na próxima cena aparece a bela Naomi Watts em frente a uma banca de jornais e depois sendo contratada.
Partimos, então, para um papo de Jack Black sobre um mapa misterioso, contando sobre uma ilha perdida no oceano que parece sombria e perfeita para o seu filme. Estamos agora no porto de Nova York, quando Naomi Watts embarca no navio e conhece Adrien Brody (nesta cena já dá para sentir um clima de romance entre os dois).
Estamos agora seguindo para a ilha e chegando nela (não me lembro em nenhum momento do nome ILHA DA CAVEIRA ser mencionado). Jack Black está gravando suas cenas. E então pede para Naomi Watts ser mais convincente e parecer estar assustada. Atrás da câmera, ele diz: “Você está perfeita, você está com medo, agora dê um grito bem alto.” E ela dá um grito: “Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!”.
Em seguida você ouve um grito maior ainda, parecido com o de um monstro: “AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!” Todos ficam atônitos e olham para uma caverna próxima. “O que é isso?” “Que barulho é esse?” Jack Black, então, diz: “Pegue a câmera!”.
Aí vemos em tela preta: “DO VENCEDOR DO OSCAR PETER JACKSON”.
Agora, vemos cenas rápidas de tribos canibais, Naomi Watts caracterizada para um sacrifício e, finalmente, uma mão gigante pegando a belíssima loira. Os olhos, que parecem ser de um gorila, aparecem em CLOSE .
Voltamos às cenas rápidas e, então, temos o que todos esperávamos. KING KONG em carne e osso. Perfeito. Parece um gorila mesmo. Meio curvo, com as mãos no chão. Em seguida, vemos o Tiranossauro Rex e aí uma cena espetacular, em que o dinossauro chega a atacar Kong e Naomi é pega no ar por ele. Logo, temos cenas do gorila em Nova York. E, para terminar, temos aquela cena que está no teaser trailer da NBC e o título gigante: KING KONG.”
Uau! Que segunda-feira chegue logo. Fique atento à nossa seção Multimídia!
Ao que parece, o trailer também poderá ser visto nos cinemas brasileiros junto com Guerra dos Mundos, a partir do dia 29.
o FILME ESTRÉIA MUNDIALMENTE DIA 14 DE DEZEMBRO DESTE ANO...


Escrito por Einkill às 16h49
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Ex-Maria Rita lança CD e entra na órbita da nova MPB
Os amigos ainda a chamam de Maria Rita, às vezes de Ritinha. Mas, para o público, ela não quis deixar dúvidas: seu nome agora é Rita Maria, a fim de evitar confusão com Maria Rita, a filha de Elis. E a ex-Maria Rita acaba de lançar seu primeiro disco, "Fora de Órbita" (distribuição da Tratore, R$ 22, em média).
| Divulgação |
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| A cantora Rita Maria | A mudança de nome artístico, há cerca de dois anos, foi necessária para evitar que confusões vividas a partir de 2002, quando Maria Rita Mariano surgiu na mídia, se repetissem --como parte do público ir ao show de Rita Maria, ex-Maria Rita, pensando que iria assistir à reencarnação de Elis.
O CD de Rita Maria também não deixa dúvidas a respeito do trabalho das cantoras homônimas de batismo. "Fora de Órbita" levou quatro anos para ficar pronto, foi gravado no estúdio cedido por um tio e começou sem produtor. "Tudo foi um aprendizado", diz Rita.
Sua experiência em estúdio se resumia a demos com bandas --com as quais se apresentava no circuito universitário-- e isso pesou na hora de mostrar a voz. "Nas primeiras gravações, fiquei nervosa, demorava a gravar, não me acostumava com o som que saía do fone [de ouvido]", admite Rita. Talvez por isso, e apesar de cantar desde os 18 (hoje tem 30), tecnicamente não pecou na interpretação, pelo contrário: pareceu ter fechado contrato com a técnica, a quem jurou fidelidade e prometeu não se aproximar do sentimento.
Nesse sentido, saem perdendo as 13 canções do disco, especialmente porque 11 são composições próprias (há ainda "Maçã do Rosto", de Djavan, e "Nego Maluco", parceria de Edu Lobo e Chico Buarque) e, segundo Rita, têm inspiração autobiográfica. Com algumas boas surpresas, suas criações mereciam ganhar vida com mais liberdade --conferida aos instrumentos, mas não à voz.
Nas faixas desse álbum de estréia, entre elas a levada de xote "Pé Calejado" ("Vivi fugindo do amor/ Me escondendo da saudade/ Dando cano na paixão/ Vivi a vida na amizade") e a valsa "Vida" ("Uma trajetória sem história/ Ou será o contrário/ Confundi o itinerário/ Do seu rolo compressor/ De desejos/ Fui ficar justo embaixo"), Rita e Zeca Loureiro, que assinam a produção, arriscaram com sucesso nos arranjos, todos feitos pelos próprios músicos (Zeca Loureiro nos violões, Paulinho Barizon na bateria, Eduardo Vidili e Sérgio Reze na percussão, André Bedurê e Gilberto Assis no baixo e Otávio Ortega no acordeon).
No dia 8 de julho, Rita apresenta seu trabalho em um pocket show na Livraria da Vila (r. Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena), numa versão curta do show de lançamento do disco ocorrido no início do mês no Sesc Pompéia. Depois, em agosto, é provável que ela suba aos palcos com a volta do espetáculo "Palavras de Mulher - As Mulheres de Chico Buarque de Hollanda", ao lado das cantoras Yula Gabriela e Valeska Lopes.
Escrito por Einkill às 10h30
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